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quarta-feira, 14 de março de 2012

Centralia, a verdadeira Silent Hill

A cidade de Centralia, localizada na Pensilvânia é conhecida por pouca gente, mas atrai bastante curiosidade, principalmente pela sua história e características que a tornam um tanto única.

Mas antes, uma breve apresentação da cidadezinha que está localizada na Pensilvânia e que possuía cerca de 2000 habitantes. A cidadezinha vivia da mineração, até um acidente ter acontecido e ter feito todo o carvão do subsolo queimar.

Com explosões, rachaduras e incêndios incontroláveis, os Estados Unidos tentaram conter as chamas até finalmente, só restar a alternativa de evacuar a cidade.

Atualmente ela só contém 10 habitantes e é coberta por um nevoeiro que vem das rachaduras que saem do subsolo, de onde o carvão está queimando.

Uma das histórias mais conhecidas e contadas sobre Centralia é a de um garoto de 11 anos estar caminhando na cidade até que um buraco se abriu por baixo de seus pés, o levando para baixo. O garoto foi salvo por um amigo que estava com ele. O garoto ainda comentou que quando estava caindo se sentia no inferno.

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Agora chego ao objetivo. Nevoeiro, rachaduras, buracos que obstruem ruas e uma cidade fantasma. Isso está se parecendo muito com Silent Hill!

Vai saber se a Konami não se inspirou na história de Centralia para a cidadezinha onde as pessoas são mandadas para "pagarem seus pecados"? O que importa é que Centralia é considerada um lugar perigoso, e qualquer um que passe por lá vai se deparar com placas como "Cuidado! Perigo de morte!".

A seguir, algumas fotos de Centralia. Alguém topa fazer um tour?



sábado, 10 de dezembro de 2011

Sanidade

Olá leitores do blog! Dessa vez, recebi um e-mail esquisito e resolvi postar para vocês. Bem, sei lá quem foi o idiota que começou essa corrente, mas apenas vou postar aqui para não precisar me preocupar. Outro motivo para eu postar isso aqui é que parece bastante com uma creepypasta.



Algumas coisas devem permanecer sem respostas. É essa a maneira que as coisas funcionam e é essa a maneira que as coisas tem que ser. Aprendi isso da pior forma.

Tudo começou quando eu havia me mudado para uma cidade pequena no interior. O clima era frio e ainda era inverno, sendo que as ruas ainda estavam cobertas de neve. Sempre que eu olhava para cima eu via um céu cinzento, e isso me deixava meio desanimado, pois havia me mudado há 1 mês e continuava aquele clima estranho. Os meteorologistas não eram capazes de explicar o porquê do clima.

Eu estava voltando para casa e notei uma coisa que não havia visto antes: era uma espécie de buraco em um muro. Parecia que alguém havia aberto ele com um martelo. Fui mais perto para examinar melhor o lugar e como o nevoeiro não me permitiu, percebi que havia uma trilha através daquele buraco. Eu nunca imaginei que havia uma floresta por trás daquele muro, só achava que era um muro velho.

Achei junto com o martelo um mapa. Tinha um mapa da região e um círculo marcado onde deveria estar a floresta. Seja quem for que fez um buraco no muro, deveria estar desesperado para largar o martelo e o mapa em um lugar onde qualquer um poderia pegar.

Eu ainda tinha tempo de sobra, e só precisava chegar em casa às 19 horas. Por isso, decidi pegar o mapa comigo e seguir pela trilha.

À medida que avançava pela trilha, achei em uma árvore marcado alguma coisa com estilete. Lá dizia:

"Os poucos"

Que tipo de maluco iria escrever algo assim em uma árvore? A frase não tinha sentido, por isso continuei pela trilha. Achei mais uma vez algo marcado em uma árvore:

"Demônios aproximando"

Essa frase me deixou um pouco tenso. Bem, eu sabia que demônios não existiam, são apenas parte da imaginação de pessoas que estão em sanatórios no momento. Eu pensei que era hora de voltar para casa, eu olhei para meu relógio e ainda eram 17:18. O que eu poderia fazer? Estava curioso, e provavelmente é algum engraçadinho que colocou aquelas inscrições nas árvores para me assustar!

De acordo com o meu progresso pela trilha, a paisagem ia mudando. Não era 19h, mas já estava escurecendo e as mensagens nos troncos iam apenas piorando. Pareciam que não foram feitas com estilete, mas sim sendo arranhadas por alguém. As letras estavam vermelhas, como se a pessoa que tinha escrito aquilo tinha feito com as próprias mãos e com desespero.

"Atacam com seu sangue frio assassino"

"Apenas eu"

"Os S?t?ns"

"Inocentes"

A última mensagem me fez entrar em desespero, pelas letras estarem praticamente irreconhecíveis, e o pior: parecia que a árvore sangrava.

Ela estava gotejando sangue das palavras. Eu olhei para meu relógio e ainda estava marcado como "17:18". Mas como é possível??? Eu não posso ter andado tudo aquilo sem gastar um segundo! Meu relógio havia parado desde que entrei por aquele buraco. Então, comecei a correr, fazendo o caminho inverso, voltando desesperado para onde estaria o muro.

Quando finalmente cheguei onde estaria o buraco por onde entrei não havia nada... Nunca havia existido buraco. É como se o muro nunca tivesse sido destruído por lá, ele continuava velho e feio como sempre foi.

Eu olhava com pavor, tentava de alguma forma escalar o muro, mas ele era muito alto. Notei que o céu continuou a escurecer ainda mais. Então foi aí que ouvi uma voz atrás de mim:

"Você nunca mais poderá voltar..."

Olhei para trás e vi a figura de um homem que parecia usar uma máscara e uma densa túnica negra. Assim, eu gritei para ele:

"Por quê? O que aconteceu com o buraco?"
"É muito corajoso de sua parte vir aqui."
"Não mude de assunto!"
"Você leu o aviso que deixamos para quem passasse o buraco?"


Assim me lembrei do mapa e do martelo. Peguei o mapa e notei que tinha algo escrito na parte de trás dele, com algo vermelho. Dizia:

"Deixai, ó vós que entrais, toda a esperança"

Eu fiquei de olhos arregalados e senti minha face empalidecer. Aquela frase é um aviso que estaria no portão do inferno. Eu lentamente olhei para o homem mascarado e gaguejei:

"I-isso s-s-só pode ser uma brincadeira!"

"Eu reconheço essa expressão. É a expressão de quem geralmente descobre que lugar é esse. Que descobre qual será seu destino."

"Eu quero voltar para casa..."

"Mas não poderá. Aceitaste o desafio e ignoraste o aviso. Agora se juntará conosco para sempre, no seu sofrimento eterno!"


A voz do homem mascarado estava mais distorcida e parecia que ele estava aumentando. Não pude evitar gritar de horror quando atrás dele, lentamente labaredas estavam florescendo das árvores e a escuridão começava a imperar mais e mais.

O homem então apontou para uma vala e disse:

"Admire sua cova enquanto pode vê-la. Quando as trevas finalmente imperarem, você entrará em desespero como os outros estúpidos mortais que entraram aqui."

Cheguei perto daquela vala rasa, e encontrei uma pilha de corpos carbonizados. Quando me virei, o homem estava perto de mim. Eu dei um soco nele e abaixei minha cabeça. Vi que sua máscara estava no chão... A única coisa que pude fazer foi olhar para a máscara no chão, eu estava com medo de olhar para o rosto de quem usava.

Apenas olhei para a máscara e ouvi aquele ser respirando, sem ter alterado seu humor mesmo após ter batido nele. A última imagem que me lembro foi de ver o chão escurecendo e ter a sensação que aquele ser apenas ia aumentando.

No final, eu levantei meu olhar e vi por uma fração de segundo a face dele... Eu queria não ter feito aquilo.

No final, só se deu para ouvir meu próprio grito em meio a escuridão. Eu estava sozinho.

Mas sabe o que é? Quando você acaba sendo morto em um lugar como aquele, sua alma não se esvai, ela fica presa naquele lugar para sempre, com uma condenação. A minha condenação é passar essa mensagem para as outras pessoas. Para que essas pessoas tolas acabem lendo a frase que as condenará ao mesmo destino. Uma hora ou outra elas acabarão de frente ao portão do inferno e o adentrarão sem sequer perceber que lugar é aquele.

Eu vou facilitar as coisas para você. Leia apenas as palavras negritadas.
Ah claro... Hoje eles irão buscar algo em sua casa. A resposta está no texto. Se você for esperto, irá impedi-los.

Como disse, algumas coisas devem permanecer sem respostas...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Espaço da Fé

Foi na metade do ano de 1995 que um evento intrigante e bizarro aconteceu aqui na minha cidade.
Aqui no brasil, mesmo com o avanço da televisão nas casas era normal as famílias terem um aparelho de rádio para ouvir estações de música e as vezes noticiários.

Porém na minha região eu e meus amigos daquela época tínhamos o costume de procurar rádios piratas. Normalmente a qualidade do som era péssima e conversas eram voltadas sobre equipamentos ou sobre outros assuntos em relação como fazer uma transmissão de radio.

Mas tinham algumas rádios mais undergrounds que tocavam um rock mais pesado porém era raras e de péssima qualidade de som. Entretanto a nossa favorita era "O espaço da fé".

Era um programa evangélico sem hora certa. Nesse programa o apresentador que devia ser um pastor ou algo assim, falava com sua voz nervosa e acusativa sobre pactos e acordos satânicos das celebridades. Alguns amigos mais novos acreditavam, porém eu e outro que era mais velhos dávamos risada e ficávamos observado inocência do povo. O cara tocava as músicas para trás de alegava que os ruídos bizarros eram frases. Cada um de nós tínhamos normalmente uma ideia de que o som deveria significar e o cara da rádio dizia que conseguia ouvir outra frase claramente na música, sendo normalmente não batia com as nossas.

Com o tempo começamos a fazer o jogo de quem adivinhava que o radialista estava ouvindo. Alguns meses depois de descobrimos a frequência ele começou um novo programa, algo mais light que era um programa em que pessoas que se estavam ou fingiam estar de desesperada ligavam para esse homem pedido conselhos ou ajudas. Os problemas iam desde um gatinho desaparecido(rimos e muito do clichê) ao extremo de um filho tinha levado tiro de doze na cara mas ainda estava vivo. Então com sua voz imponente e intimidadora o pastor falava que o infortunado precisava aceitar Jesus na sua vida senão o diabo ainda teria direito de fazer males cada vez pior. Algumas semanas depois começaram a ligações de agradecimento, dizendo que milagre tinha acontecido sendo normalmente coisas extremas como ter se curado da Aids ( na época a gente nem sabia o que era isso direito), recuperado a fertilidade ( o cara com voz de vô disse com essas palavras ), entre outras bizarrices que não consigo me lembrar.

Mais para metade do outro ano começou uma história de fazer exorcismo via o telefone. Ouvindo algumas pessoas meio que chorando ou fingido que pedia para ser exorcizados, Eu ria disso porque era mais um programa de comedia do que algo sério... Porém. Teve uma noite que após de ter garantir o emprego a uma mulher caso ela converte-se(acho que era isso, a mulher tinha voz engraçada...se não foi anterior deve ter sido penúltima.), uma garota de em torno 15 á 17 anos (estou chutando pelo que lembro da voz) ligou para ele.Bem o Dialogo foi mais ou menos assim se não falha a memória.

Garota: Boa noite senhor. ( Pensamos que ele iria dizer de novo que senhor era só deus.)

Radialista: Boa noite filha de Deus.

Garota: Todos somos...

Radialista: Mas o que vem procurar aqui minha jovem. Qual o mau que te aflige.

Garota: Tem gente que vem falando algumas mentiras sobre mim e minha família...me sinto perseguida..

Radialista: Filha, aceita Jesus que ele ira realizar um milagre em sua vida.

Garota: O povo me culpará de qualquer forma...eles não aceitam a responsabilidade de suas ações...E ainda tem gente promove isso.

Radialista: Os impuros que fazem isso pagaram por isso.

Então começou uns barulhos e interferência no telefone da menina.

Garota: O mau ira levar essas pessoas para pagar pelos seus crimes.

Radialista: Quem não tem a piedade do Senhor no coração sentira a fúrias da chamas das trevas.

Garota: Ódio também pode ser considerado---

Radialista: Qualquer um que use mentiras em proveito de si próprio será punido.

As interferências ficaram mais forte quando ele afirmou a punição pela segunda vez...começamos a ouvir vozes. Ficou uma sensação tensa com meus amigos da rua.

Garota: Então todas mentiras você falou sobre diversas pessoas me dá liberdade para te levar para sua posição...Você semeia odeio de todas as formas porém sua mentiras já não funcionam como antigamente...Além de andar me desafiando....

Radialista: Garota, pare com essa brincadeira.

A voz da garota engrossou, não a ponto parecer como um porco, mas algo mais macabro que fazia parecer demônio. Não me lembro direito o que ela disse, só sei que depois disso começou haver um som de fogo no seguidos de ruídos mais altos ao ponto de ter quase certeza que eram vozes, porém não conseguia entender suas falas. A estação caiu. Depois de um mês ela voltou com novo apresentador que não tocou no assunto do que aconteceu com anterior.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Barbie.avi

É uma história muito curiosa que eu achei, por isso estou postando aqui.

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Olá. Isto é uma coisa que aconteceu comigo alguns meses atrás, eu só precisava dividir com alguém...

Começou na festa de um amigo. Ele é um artista que alugou um loft na parte industrial da cidade, se você puder imaginar um lugar como Detroit em 1920, é como a área se parecia.
E nesse dia eu abusei na festa e decidi dormir por lá, em algum sofá. Acordei as 4 da manhã e decidi ir embora, o sol ainda não havia nascido e caminhar pela cidade naquele horário não era uma opção, eu decidi então ligar para minha namorada e implorar uma carona, sendo ela uma ótima namorada ela foi me buscar e disse que estaria lá em torno de 40 minutos e que me ligaria assim que chegasse.Dez minutos depois de falar com ela acabou a bateria do meu celular, então decidi me sentar á janela e esperar até ver o carro, me sentei ali e meus olhos começaram a ficar pesados e eu comecei a pegar no sono. Um barulho de algo quebrando lá fora me acordou, um barulho não mto alto mas foi o suficiente para me acordar, eu olhei lá fora e procurei por algo mas não vi ninguém, mas do outro lado da rua perto daquelas enormes latas de lixo havia um computador e um monitor jogados no chão que não estava ali antes...

Quando minha namorada chegou, eu desci me lembrei que um amigo estava sem computador e decidi ir até a lixeira e ver o que poderia ser salvo, o monitor não tinha muita utilidade mas eu decidi levar a cpu pra ver se funcionaria. Uma semana se passou e minha namorada ligou dizendo que estava no porta malas do seu carro então fui buscar e trouxe para casa aquela noite. Antes de desmontar a cpu decidi ligar no monitor pra ver se estava funcionando e para minha surpresa estava, tinha um windows xp e parecia ter sido formatado, então decidi procurar por coisas como "porn, pussy, tits" pra ver se encontrava algo que o antigo dono tivesse esquecido, mas não encontrei nada, decidi então procurar por filmes, e um arquivo apareceu, era um .avi dentro de uma pasta chamada "barbie" escondido no diretório WINDOWS/system32, então eu dei play no vídeo.

Agora tudo começa a ficar extremamente perturbador.

O filme tinha mais ou menos uma hora de algo como um arquivo de filmagem raw. A filmagem era de uma mulher sentada em uma cadeira conversando, decidi assistir o vídeo pra ver do que se tratava, depois de 15 segundos de vídeo o áudio começa a ficar inaudível e a face dela começa a mudar como se estivesse desconfortável por estar ali, mas ela continua falando, como ela falava e parava, falava e parava, eu assumi que aquilo era como uma entrevista e que ela estava respondendo perguntas...Ela então começa a chorar e tentar continuar respondendo, e então ela começa a chorar tanto que mal consegue olha para a câmera, e não consegue mais falar. Uma das palavras que consegui ler em seus lábio foi a palavra "skin" (pele). Ela repete essa palavra várias e várias vezes, ela parece não estar contente com sua pele.Nesse ponto ela já não fala mais apenas chora e então tudo fica preto.
Tem muito mais que preciso tirar do meu peito e contar para vocês, mas está ficando tarde e eu não consigo continuar, amanhã eu continuo contando. Deus salve minha alma.

Não consegui dormir, devo continuar.

Eu importei o vídeo para o final cut, para tentar isolar o áudio e ver se eu conseguia algo mais, isolei o áudio e tentei mexer nos equalizadores, mas mesmo assim continuava impossível, eu tentei muito mas não consegui nada, eu percebi que ela não se mexia ou levantava, assisti o video muitas vezes essa noite procurando algo que pudesse me dar mais pistas, eu estava muito insatisfeito, eu queria mais.

Foi quando notei que havia mais 10 minutos de filmagem. Esses dois minuto estão muito tremidos e quase impossível de se assistir, o meu palpite é que enquanto levavam a câmera para algum lugar ela foi esquecida ligada porque só dava pra ver um par de pernas caminhando por um trilho de trem por 6 minutos, então entrando em uma floresta. Foi quando meu coração disparou porque eu lembrei que tem um trilho de trem algumas milhas daqui que parecia muito similar com essa do filme. Eu TINHA que ir checar o lugar.

Em um sábado pela manhã, peguei minha lanterna, minha faca ka-bar, e minha câmera e fui até os trilhos de trem, estacionei meu carro e fui andando pelos trilhos até que entrei em uma floresta e continuei caminhando por duas horas prestando atenção, e parando para ouvir sons ou algo do tipo.

Encontrei uma trilha de árvores e fui seguindo até avistar uma clareira com uma casa que parecia estar sendo consumida pela vegetação selvagem do lugar, demorou um tempo até eu tomar coragem e entrar na casa, eu não queria que me vissem ou até mesmo caminhar em campo aberto, quando finalmente tomei a decisão de entrar na casa...

A porta estava meio aberta e eu empurrei a porta com a minha lanterna e me senti bem ao ver que o interior da casa estava muito bem iluminado. Não havia móveis, o chão estava cheio de tijolos e algumas paredes estavam com buracos enormes, nada de anormal, tirei algumas fotos. Até eu perceber que havia uma porta que me pareceu ser do porão, diferente de todo o resto da casa estava nova, e trancada. Além disso quando eu subi ao segundo andar da casa encontrei algumas cadeiras e uma mesa meio coberta que parecia novas demais para estar ali, eu vi claramente um saco de plástico molhado dentro da banheira, como se alguém tivesse lavado aquilo.

Foi quando ouvi um gemido muito alto vindo do porão então pulei pela janela do segundo andar e voltei pelo caminho de onde eu vim, quando estava voltando eu percebi que o gemido na verdade era um barulho vindo dos canos de água da casa, me senti mais tranquilo, foi quando esse pequeno momento de alívio deu espaço ao terror que senti ao me perguntar porque a água estaria ligada em uma casa abandonada no meio da maldita floresta...

Faz um pouco mais de dois meses desde que isso aconteceu e eu não voltei lá e nem penso em voltar.